Pia Sundhage é a primeira estrangeira a comandar a Seleção feminina de futebol do Brasil
- Nayara Bolognesi
- 16 de dez. de 2020
- 2 min de leitura

Durante essa semana, a técnica Pia Sundhage convocou a Seleção Brasileira para mais um período de preparação. Mas quem vê Pia Sundhage hoje em dia, com seu jeito sereno, quase despreocupado cantando Alceu Valença pode não saber que ela é uma das personagens mais importantes da história do futebol feminino.
A sueca foi facilmente uma das melhores jogadoras do século XX, uma referência em seu país e uma longeva competidora. A mesma consideração pode ser feita para sua carreira de treinadora, especialista em Jogos Olímpicos e a responsável por transformar a Seleção dos EUA em uma potência hegemônica do futebol mundial.
Depois de comandar as Seleções da China, Estados Unidos e Suécia, a sueca de 60 anos tinha um novo e grande desafio pela frente: comandar a equipe nacional do País do Futebol.
Nascida em 1960, na Suécia, assumiu a Seleção Brasileira de Futebol Feminino em 2019, tornando-se a primeira estrangeira a ocupar o cargo em qualquer categoria da Seleção.
Seu principal feito como técnica foi a conquista das duas medalhas de ouro olímpicas com a Seleção dos EUA, e de maneira consecutiva, em 2008 e em 2012. Como atleta, teve seu ponto alto na Eurocopa de 1984, da qual foi campeã, artilheira e eleita a Bola de Ouro da competição. É até hoje a maior goleadora da Seleção Sueca.
Buscando seguir o mesmo caminho na Seleção Brasileira, Pia pode aumentar ainda mais o seu impacto no futebol feminino. E o Brasil já vem mostrando resultados ao vencer grandes seleções e mostrar que a cada jogo está ganhando identidade.
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