Falta de patrocínio no futebol feminino escancara machismo no esporte
- 25 de out. de 2020
- 2 min de leitura

Recentemente, o São Paulo goleou o CATS/Taboão da Serra pela segunda rodada do Campeonato Paulista, por 29 a 0. A goleada – como a do Flamengo por 56 a 0 contra o Greminho pelo Campeonato Carioca evidencia um problema muito maior, um reflexo do descaso das autoridades com o futebol feminino, muito bem exposto pelas palavras da capitã do time do Taboão da Serra, Nini Baciega.
Somente esse ano, em 2020 o Brasileirão Feminino avançou para a próxima fase sendo disputado nos principais estádios de cada clube.
Outra novidade é que enfim podemos contar com a presença do árbitro de vídeo. O tão polêmico VAR, que também foi pauta no futebol feminino em outro momento durante esse ano. Já que, sua ausência foi notada em uma das competições mais importantes do mundo: a Champions League. Quem falou sobre isso foi a jogadora do Roma, Andressa Alves.
Mas o futebol feminino tem conquistado seu espaço. O Campeonato Paulista Feminino conquistou uma parceria inédita e está tendo todos os jogos exibidos no Facebook com uma equipe de cobertura inteiramente composta por mulheres: narradoras, comentaristas e repórteres.
A parceria ainda trará conteúdos inéditos da FPF para o Facebook Watch, incluindo a série documental sobre o futebol feminino no Brasil "Absolutas - O futebol feminino contra-ataca", que conta com 8 episódios. Mais uma recomendação la do nosso instagram @revistanopodio.
Para te explicar um pouco mais sobre o assunto, preparamos um vídeo especial com um compilado de notícias sobre o futebol feminino. Assista a seguir:
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